Museu do 11 de Setembro em Nova York: um lugar de memória
O Museu do 11 de Setembro conta a história dos atentados terroristas mais violentos já ocorridos nos EUA. Um lugar de memória que emociona.

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Parceiro oficialO que você precisa saber sobre o Museu do 11 de Setembro
- Entre todos os museus de Nova York, o museu nacional do 11 de Setembro de 2001 é um caso à parte. O National September 11 Memorial Museum é totalmente dedicado aos atentados de 11 de setembro de 2001. Naquele dia, terroristas sequestraram aviões de passageiros e os lançaram contra as Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York, e também contra o Pentágono, em Washington. Um quarto avião caiu na Pensilvânia. Ele também deveria atingir um local estratégico de Washington, provavelmente o Capitólio.
- Diante dessa tragédia, a missão do museu é manter viva a memória e homenagear as 3.000 pessoas que perderam a vida nos atentados. O museu também conta a história do atentado de 26 de fevereiro de 1993, que já havia atingido o World Trade Center. Um carro-bomba explodiu no estacionamento da Torre 1 e deixou 6 mortos.
- O museu nacional do 11 de Setembro foi construído no mesmo local dos ataques terroristas. Foi inaugurado em 11 de setembro de 2011, com a presença do presidente americano Barack Obama. As duas grandes salas de exposição ocupam as antigas fundações das Torres Gêmeas do World Trade Center. Um lugar impressionante!

O que ver no museu nacional do 11 de Setembro?
- A visita começa com um resumo dos fatos e um corredor que leva às fundações do World Trade Center. Ao descer a escada rolante, você verá à esquerda um pedaço da antena que ficava no alto da Torre Norte e, logo ao lado, um caminhão dos bombeiros de Nova York parcialmente esmagado no desabamento das torres.
- Depois, você segue para a exposição histórica, que conta o dia 11 de setembro de 2001 hora a hora, com trechos de telejornais, recortes de imprensa e fotos. No total, o museu reúne mais de 11.000 objetos, de crachás de funcionários a óculos encontrados nos escombros. Trechos de áudio permitem ouvir as conversas nas cabines dos aviões antes das quedas, além da comunicação entre os bombeiros nas primeiras horas da tragédia.
- A exposição tem uma sala separada das demais, com um aviso bem claro na entrada. Ela mostra as pessoas que, em um gesto desesperado, saltaram das torres para escapar da fumaça. As fotos dessas vidas que se perdem são muito fortes. Se você é sensível, recomendo não visitar essa parte.
- Além da exposição histórica, você também pode visitar a área dedicada ao Memorial. Essa pequena sala exibe as fotos de todas as vítimas dos atentados de 11 de setembro. Dá para saber mais sobre cada uma nos grandes tablets touchscreen à disposição. Você também verá os ursinhos de pelúcia das vítimas mais jovens…

Como visitar o museu do 11 de Setembro de 2001
- Endereço: 180 Greenwich Street, Nova York. O museu fica na esplanada do Memorial do 11 de Setembro, bem entre os dois espelhos d’água construídos nas fundações das Torres Gêmeas.
- Metrô: Cortlandt St (linha 1).
- Horários: o museu nacional do 11 de Setembro de 2001 abre todos os dias, das 9h às 19h, exceto em algumas terças-feiras. Em junho e julho, ele abre todas as terças. O memorial externo tem acesso livre todos os dias.
- Ingresso: US$ 36 para adultos, US$ 30 para idosos com mais de 65 anos, US$ 24 para crianças de 7 a 12 anos e US$ 30 para jovens de 13 a 17 anos. Você pode comprar seus ingressos com antecedência diretamente no nosso site, pelo módulo de reserva de ingressos para o museu do 11 de Setembro de 2001. Você pode pagar na moeda de sua preferência: dólares americanos, euros, libras esterlinas, dólares canadenses ou francos suíços.
- Dica: o museu nacional do 11 de Setembro está incluído no New York City Pass, no New York City Explorer Pass e no New York Pass. Com eles, você entra mais rápido, por uma fila exclusiva para quem tem o passe.
Perguntas frequentes
Qual é a diferença entre o Memorial e o Museu do 11 de Setembro de 2001?
O Memorial é um espaço aberto na antiga esplanada do World Trade Center. São grandes fontes construídas exatamente onde ficavam as fundações das Torres Gêmeas. O acesso é gratuito e livre. Já o Museu do 11 de Setembro de 2001 é pago. As salas ficam no subsolo, embaixo do Memorial. Para o museu, é indispensável reservar com antecedência, por causa do movimento e do limite diário de visitantes.
Crianças podem visitar o museu do 11 de Setembro de 2001 em Nova York?
A direção do museu do 11 de Setembro de 2001 informa que a exposição não é indicada para crianças menores de 10 anos. Concordo: o melhor é evitar levar crianças pequenas. A parte histórica traz muitas fotos e vídeos bastante fortes. Atenção especial à sala com as fotos de pessoas desesperadas se jogando das torres.
O museu nacional do 11 de Setembro em vídeo
O memorial do 11 de Setembro de 2001 em vídeo
Opinião de visitantes sobre o museu
A opinião de Benjamin e Orlane: “O que dizer desse museu… Ele é muito bem feito. O prédio fica no subsolo e o museu se distribui por 4 ou 5 andares, abaixo do memorial. É emocionante e triste. Vimos muita gente chorando, e há dispensers de lenços de papel por todo o museu. Mas é muito bem pensado, e acho que o 9/11 Museum presta uma bela homenagem às famílias das vítimas.
Eles mostram e explicam tudo, do começo ao fim: as Torres Gêmeas antes dos atentados, a explicação dos ataques com um mapa dos Estados Unidos mostrando o trajeto dos aviões, minifilmes sobre os ataques, o desabamento das torres e muitas imagens da atuação das equipes de resgate, além do trabalho de remoção dos escombros das fundações destruídas. Há muitas outras imagens tiradas de filmes diversos, mas deixo você descobrir tudo isso por conta própria.
Você também verá muitos objetos danificados nos ataques terroristas, que foram preservados e estão expostos aqui, como estruturas de concreto do World Trade Center, uma escada rolante destruída pelas chamas, um caminhão de bombeiros queimado… Há até objetos pessoais de algumas vítimas que trabalhavam nas Torres Gêmeas: carteira, documento de identidade, carteira de motorista, óculos e celular. No total, ficamos umas três horas e não nos arrependemos”.